sexta-feira, 10 de julho de 2009

Por um instante fugi
E me salvei
Prisão do tempo
Futuro sempre vivo
E o dilema temporal,
Não há mais como fugir disso.

O menino se perdeu
Achou o nome da rua,
Instante de salvação
E os minutos não são mais futuro.

Tempo paralelo;
Desenhos do caderno
A percepção demora a saber
A importância do instante,
Em que o menino se perdeu.

E é em versos que eu demonstro
Dando um pouco de luz a arte
Que a cronologia do burguês mercador
Dizia Benjamin, é o tempo opressor.

Um comentário:

Maria Bonita disse...

Um sábio disse uma vez: "Ainda bem que o camponez têm quem o defenda."... rs!